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Dicas
de pescaria
Café,
a nova arma contra o mosquito da dengue
Uma
cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto
de Biociências da UNESP (campus de São José
do Rio Preto), durante a pesquisa da sua dissertação
de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito
que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes aegypti.
O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido
colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água
dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias,
etc. A borra de café, que é produzida todos os dias
em praticamente todas as casas tem custo zero. O único trabalho
é o de colocá-la nas plantas, inclusive sendo jogada
sobre o solo do jardim e quintal. Os especialistas em saúde
pública, entre eles médicos sanitaristas, estão
saudando a descoberta de Alessandra, uma vez que, além da
ameaça da Dengue 3, possível de acontecer devido às
fortes enxurradas de final de ano, surge outra ameaça, proveniente
do exterior: a da Dengue tipo 4.
Conforme explica a bióloga, 500 microgramas de cafeína
da borra de café por mililitro de água bloqueia o
desenvolvimento da larva no segundo de seus quatro estágios
e reduz o tempo de vida dos mosquitos adultos. Em seu estudo ela
demonstrou que a cafeína da borra de café altera as
enzimas esterases, responsáveis por processos fisiológicos
fundamentais como o metabolismo hormonal e da reprodução,
podendo ser essa a causa dos efeitos verificados sobre a larva e
o inseto adulto. A solução com cafeína pode
ser feita com duas colheres de sopa de borra de café para
cada meio copo de água, o que facilita o uso pela população
de baixa renda e pode ser aplicada em pratos que ficam sob vasos
com plantas, dentro de bromélias e sobre a terra dos vasos,
jardins e hortas.
O mosquito se desenvolve até mesmo na película fina
de água que às vezes se forma sobre a terra endurecida
dos jardins e hortas, também na água dos ralos e de
outros recipientes com água parada (pneus, garrafas, latas,
caixas d'água etc.). "A borra não precisa ser
diluída em água para ser usada", destaca a bióloga.
Pode ser colocada diretamente nos recipientes, já que a água
que escorre depois de regar as plantas vai diluí-la. Ou seja:
ela recomenda que a borra de café passe a ser usada, também,
como um adubo ecologicamente
correto.
Atualmente, o método mais usado no combate ao Aedes aegypti
é o da aspersão dos inseticidas organofosforados,
altamente tóxicos para homens, animais e plantas.
Dicas para churrascos (Faça um churrasco inesquecível
na sua próxima pescaria)
-
O Corte da Carne deve ser transversal ao sentido das fibras. Atendendo
a esta recomendação, você obterá sempre
uma carne macia e saborosa.
- Passe o sal grosso pelos bifes a seu gosto e mantenha a carne
em repouso por aproximadamente 20 minutos.
- Use grelhas feitas com canaletas, levemente inclinadas, que escorrem
o excesso de gordura para longe do braseiro, evitando labaredas
que prejudiquem o preparo da carne.
- Somente após o braseiro formado é que as carnes
devem ser colocadas na grelha, que deverá estar posicionada
a 30 cm, aproximadamente do braseiro.
- Há cortes recomendados para assar (maminha, fraldinha,
costela). Fraldinha e maminha devem ficar a aproximadamente 60 cm.
do braseiro. Costelas a 90 cm.
- Quando a carne atingir o estágio desejado (mal passada,
ao ponto ou bem passada) bata levemente e por diversas vezes o dorso
da faca no bife, evitando o excesso de sal.
Dicas para pescar em dias frios:
No
inverno, com a redução da temperatura do ambiente
e, conseqüentemente das águas, os peixes acabam diminuindo
sua atividade. Como a temperatura é um fator determinante
para o metabolismo dos peixes, a sua queda faz com eles comam e
nadem menos. Isso, entretanto, não quer dizer que as pescarias
nos meses frios fiquem comprometidas. É exatamente nesse
momento que o pescador deve colocar em prática o seu conhecimento
sobre as espécies inclusive hábitos - que pretende
capturar, e montar a sua estratégia de pesca. Uma pergunta
fundamental que o pescador deve saber responder durante todo o tempo
é: onde está o peixe agora? Em condições
de clima frio, eles buscam melhores condições de temperatura
se deslocando para as regiões mais profundas dos rios e lagos.
Com isso, já se tem um dado importante: iscas artificiais
de fundo funcionam melhor nos dias frios.
Trabalhando com a nossa estratégia de pesca, deve-se lembrar
que se o peixe está menos ativo, ele não estará
disposto a muitos esforços para capturar suas presas. Portanto,
iscas artificiais trabalhadas de forma mais lenta, e que representem
presas mais fáceis, trazem melhores resultados em dias frios.
Mudando
a isca
Quem desejar atrair os peixes neste período de águas
mais baixas e frias, deverá adicionar um atrativo à
isca, e para tanto as carnes de forma em geral fazem esta diferença
a contento. Partindo desde as minhocas até a elaboração
com sardinhas, as receitas são relativamente simples, bastando
o pescador apenas mudar a composição. Quem gosta de
pescar corimbatás, deve esquecer por enquanto a massa tradicional
feita à base de farinha de trigo e preparar outra com fígado
bovino. Como ele é muito mole, requer um preparo especial,
que consiste em cortá-lo em pequenas tiras da grossura de
dois milímetros, tarefa bastante facilitada se o fígado
estiver semi-congelado. O comprimento desta tira deve ser de até
quatro centímetros, o suficiente para cobrir a volta do anzol.
Para que o fígado continue mole, porém firme, deve
ser colocado num recipiente fechado (um pote usado de margarina,
por exemplo), e deixado sob o sol para que o soro vá deixando
a carne. Este soro deve ser retirado, voltando a embalagem novamente
para o sol até que esteja totalmente sem umidade. Neste estado,
já pode ser usado normalmente e vai proporcionar firmeza,
atração e praticidade no uso. Se quiser, o pescador
poderá colocar dentro do recipiente, no momento do preparo,
um pedaço de sardinha, que vai impregnar o cheiro característico,
fazendo o trabalho de atração ainda mais forte.
Matrinxãs
Quem gosta de pescar esta espécie, deve a partir de agora
trocar as iscas que usava pelo pequenos pedaços de carne,
conforme já dissemos. Embora possa atrair-se pelo fígado,
o correto para esta espécie é usar músculo
bovino ou ponta de peito, que são cortes firmes e não
saem do anzol com facilidade. O trabalho e sistema de preparo é
o mesmo que para o fígado, ou seja, corte em pequenas tiras,
do tamanho já indicado. Enquanto no fígado devemos
desidratá-lo tirando o soro, nas iscas para matrinxã
ele deve ser mantido para desprender-se dentro da água, por
isso deve ser cortado e guardado em geladeira para este uso mais
correto.
O sistema de colocação no anzol é o mesmo,
sendo prudente manter um pedaço fora do anzol para que imite
uma minhoca. É comum a matrinxã atacar a isca quando
ela está sendo recolhida, porque este pedaço que ficou
de fora mexe-se ao ser recolhido, dando ao peixe a impressão
de uma isca viva. Esta isca também pode ser utilizada com
resultados garantidos para as grandes piranhas, comuns no Tietê/Rio
Grande, situação em que será necessário
o uso de anzol de haste longa ou encastoado.
Tiras de tilápia
É uma isca bastante prática e que dá excelentes
resultados, principalmente para os peixes predadores, entre eles
as corvinas. Para prepará-la, o pescador deve limpar a tilápia
normalmente e a parte que será usada é o que se joga
fora, ou seja, a parte inferior do peixe, mais precisamente a parte
branca do ventre. Deve-se retirar o filé desta parte e cortá-lo
em tiras da grossura que já citamos. A pele da tilápia
é dura, por isso deve ser retirada, tarefa bastante simples,
pois desprende-se da carne com facilidade. Uma vez preparadas estas
tiras, o processo final é parecido com as iscas de fígado,
ou seja, deve ser mantida sob o sol, mas não deve ser aberta,
já que a intenção é fazer o calor cozinhar
esta isca, dando-lhe um cheiro bastante forte, que é o principal
atrativo.
Esta isca serve para muitas espécies, até mesmo dourados,
que são atraídos com firmeza para ela. Como é
prática e dentro dágua se parece com um alevino,
pode e deve ser usada para a pescaria de corvinas, pois nesta época
a captura de iscas vivas (lambari, pitú) é muito difícil.
Se for cortada em pequenos cubos, serve para os piauçus que
adoram esta isca também.
Minhoca
A isca número um continua com seu poder de atração
também no outono/inverno. Com o inconveniente de sujar mãos
e unhas, um dos recursos que o pescador pode utilizar é colocar
areia em sua caixa. Lembre que a areia serve apenas para evitar
a sujeira e só pode ser utilizada na quantia separada, pois
se for usada em toda a caixa, vai matar as minhocas.
Com elas pesca-se praticamente tudo, exceto os predadores por excelência,
como os dourados e tucunarés. Muito recomendada para os peixes
de couro, é a isca principal para os barbados, principalmente
no rio Grande, e para as enormes mandiúvas nas pedreiras
submersas do Tietê. Como analisamos, é o momento de
trocar o atrativo, prepará-lo corretamente e conferir os
resultados. Temos certeza de que eles virão, pois também
os peixes gostam de uma carne preparada no capricho. Boa Sorte e
Boa Pescaria.
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Caixa de primeiros socorros:
Em
uma pescaria é aconselhável levar um kit de primeiros
socorros no caso de algum acidente com anzol ou de qualquer outra
fonte.Técnicos em segurança no trabalho acham que
este assunto deve nos acompanhar até mesmo nos momentos de
lazer.
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Repelente:
-
1 sache de cravo da índia
- 2 pedras de cânfora
- 1 litro de álcool
Misture tudo, deixe descansar por no mínimo uma semana.
Pode ser usado em barrancas de rios e tanques para repelir mosquitos
e pernilongos.
Pode ser usado mesmo com o corpo exposto ao sol.
Jair
Aparecido de Souza
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Enjoar no mar:
Há
muitos pescadores que embora admirem a pescaria embarcada, não
conseguem navegar por problemas de enjôo, enquanto outros
não demonstram nenhum desconforto, pelo contrário
sua satisfação é algo invejável.
Pesquisamos o por que disso e obtivemos uma resposta clara e objetiva
do nosso amigo pescador Roberto Vaucher para esse mal que incomoda
muitos.
Para
os enjoados:
"Sempre que alguém enjoa perto de mim, eu oriento para
que olhe o movimento, olhe sempre para dentro e fora do veículo
(barco, carro, ônibus ou avião). Nunca fique olhando
para o mesmo ponto e principalmente observe o movimento que está
acontecendo. Preste atenção no que parece parado e
naquilo que se move.
O enjôo acontece quando os olhos dizem ao cérebro que
estamos parados, mas o estômago e os ouvidos dizem que estamos
nos movimentando, isto é igual a um curto circuito nos miolos.
Portanto, se você olha para o barco, os olhos dizem que voc6e
está parado, mas o estômago e o labirinto do ouvido
continuam a se mexer.
Para não enjoar, movimente-se, olhe para tudo e observe o
movimento acompanhando e entendendo, ou seja, explique para a sua
cabeça que existe um movimento. Ninguém enjoa nadando,
pois o corpo e o cérebro sabem que estão todos balançando,
e as vezes balança muito. Experimentem ... "
Truques
populares:
No folclore dos navegantes, encontramos um amontoado de soluções
para os problemas de enjôo, mas não vamos garantir
que sejam infalíveis os métodos que vamos descrever:
Um dos que mais se fala, é pingar uma gota de limão
no umbigo na hora de embarcar. Tome entretanto cuidado para que
não escorra e venha a manchar sua pele devido ao sol.
Vaucher nos contou que existe um plástico específico
que, quando colocado atrás da orelha, impede definitivamente
o enjôo. Não encontramos nas farmácias o tal
plástico, mas, como é importado, deveremos encontrá-lo
em farmácias importadoras.
É certo que estando de estômago cheio é mais
difícil de enjoar, entretanto, não o encha com comidas
pesadas e de difícil digestão. Frutas são aconselhadas
como alimento básico dos chamados "estômagos fracos".
Bebidas alcóolicas devem ser banidas do cardápio dos
que enjoam.
Outra crença popular diz que se amarramos um barbante na
canela jamais iremos enjoar. O momento crucial para o enjôo
é aquele em que iscamos o anzol, justamente porque fixamos
a atenção num ponto determinado enquanto o barco balança.
O cheiro de óleo diesel é fatal para quem tem problemas
de marear.
O fato é que, mesmo os que estão completamente habituados
a embarcar, às vezes "chamam o Raul", portanto,
não é vergonha ou desmérito o fato de você
andar enjoando por aí.
Lembre-se: se enjoar a bordo, não se deite no convés,
procure olhar para fora do barco e, se possível, mergulhe
no mar ou então beba um gole de água do mar. Uma pedra
de gêlo esfregada na nuca também pode melhorar.
Hamilton
Blois
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Peixes com gosto de barro:
Um
dos problemas com as carpas é o "gosto de barro"
que às vezes apresentam. Mas não só as carpas
têm esse problema. Os curimbatás são considerados
peixes de 2ª categoria por apresentarem normalmente esse gosto.
Sabe-se ainda que até as trutas que vivem em água
super limpa podem ser desvalorizadas por apresentarem também
essa característica. O "gosto de barro" é
devido à presença de um óleo denominado "geosmina"
(TAMASSIA & ZAMPARETTI, 1987), produzido por algumas algas azuis
e verdes, decompostas por bactérias da Ordem Actinomycetalis
(BRANCO, 1986). Tivemos numa ocasião, um atendimento a um
criador de carpas onde a água mostrava-se semi-gelatinosa.
O exame da água mostrou uma grande quantidade de alga azul
Mycrocistis aeruginosa.
Em 14/08/99, houve uma solicitação para verificar
o "gosto de barro" em tilápias. O exame da água
mostrou a presença de algas principalmente de Peridinium
sp, seguidas de Scenedesmus sp, Euglena sp e Rhizosolenia sp.
O Peridinium sp pode ser responsável pelo gosto de barro
ao ser destruído por actinomycetalis, problema também
observado por técnicos da SABESP.
Para resolver esse problema são utilizadas as seguintes técnicas:
a)
Depuração do peixe em água corrente antes do
consumo
b) Controlar a ocorrência nos viveiros das produtoras de geosmina
(algas decompostas por Actionomycetalis).
c) Industrialização do pescado.
Euclydes
Ruy de Almeida Dias
Lídia Sumile Maruyama
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Material para pesca em lagos:
Anzóis
para lambari, tilápias, bagres, carás, traíras,
carpas e outros tipos de peixes da região;
Linha - pode variar de 0,16mm a 0,35mm, de acordo com o peixe que
se deseja pescar;
Empate para pesca de traíras;
Bóias ou penas - podem variar conforme o gosto do pescador;
Chumbo - é aconselhável que se leve vários
tamanhos, conforme a necessidade;
Samburá, para poder guardar os peixes;
Alicate, para quebrar esporão de bagres e tirar anzóis
da boca dos peixes com dentes;
Varas para molinete, carretilha ou apenas caniço telescópico
Evite levar bebidas alcoólicas, tarrafas, redes ou qualquer
outro equipamento direcionado à pesca predatória.
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Material para pesca de praia:
As
melhores varas para pesca de praia são as de fibra de carbono,
de 3,60 a 4,20 m que tenham uma capacidade de arremesso de 50 a
250 gr. Os melhores molinetes são os grandes, que tenham
capacidade de armazenar mais de 200 m de linha 0,40 mm, mas não
devem ser cheios com linhas grossas. Primeiro carregue-o com uns
100 m de linha 0,50 mm, para não ter perigo de estourar o
carretel, depois complete com uma linha fina, que varie de 0,16
a 0,25 mm de preferência de boa elasticidade e uma cor bem
visível, até encher o carretel.
No fim da linha faça um arranque de 5 m com linha 0,50 mm
para dar segurança no arremesso. Use um chicote com dois
engates rápidos e uma chumbada tipo aranha com peso variando
de 80 a 120 gr. Essa chumbada é melhor que a do tipo pirâmide
pois tem boa fixação na areia e é bem melhor
para o arremesso, pois sua aerodinâmica faz menos atrito com
o ar. Os melhores anzóis são os modelos maruseigo
de número 10, 12 ou 14. Use como isca o camarão grande
descascado, amarrado com elastricô para não cair no
arremesso. Procure fazer o arremesso para que o chumbo caia dentro
de um canal pois é lá que os peixes se alimentam.
Aí é só esperar que um bom peixe faça
sua vara envergar.
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Pesca embarcada em canais:
A
pesca em canal se diferencia dos outros tipos de pesca por ser praticada
em águas salobras, dentro dos famosos manguesais, onde a
água doce originária de inúmeros rios e bacias
independentes da Mata Atlântica, deságua no mar, onde
são pescados Rabalos, Pescadas, Espadas, Corvinas, Bagres,
Paratis, Tainhas, Carapevas, Carapaus, Badejos, Garoupas, Meros,
entre outros. Para se obter sucesso, equipe-se com um barco com
borda média a alta de 05 a 06 m., com viveiro para iscas
vivas ou com plataforma para isca artificial, motor de popa de no
máximo 30 HP, motor elétrico de no mínimo 17
lbs, bateria de no mínimo 60 Âmperes, cadeira giratória
e sua tralha.
Navegar em canais não é perigoso, mas existem vários
pontos com fundo raso, por isso procure fazer as curvas dos canais
bem aberta, evitando um possível encalhe em corroas de marisco
ou lama. Deixe o motor de popa destravado para evitar trancos, mas
segure ou trave o motor ao engatar marcha ré. Consultar sempre
a tábua das marés é indispensável.
A grosso modo, prefira a pesca nos mangues nas marés grandes,
que coincidam com as luas cheia e nova e lembre-se que os repontos,
intervalos entre uma vazante e uma enchente são bons horários.
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Cuidando da carretilha:
Use
graxa grafitada somente e em pouca quantidade nas engrenagens. No
restante lubrifique com óleo de máquina de costura
fino (p.e. Singer), também com moderação para
não impregnar o equipamento com o odor. Na parte externa
aplique vaselina líquida.
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Cuidando do molinete:
Retire
a bobina e lave-a em água corrente, deixando correr bastante
água sobre o nylon. Deixe escorrer por algum tempo. Lave
o molinete com um pano molhado - não coloque sob a torneira
pois sempre há a possibilidade de penetrar água nos
rolamentos e engrenagens, vindo a causar problemas. Enxugue bem
a bobina e o molinete e, com um pano, aplique vaselina líquida
por todo molinete e carretel.
Molinetes
Novos:
Antes de colocar o nylon, passe vaselina líquida por todo
o molinete, principalmente na bobina. Esse produto é repelente
à água e evita a corrosão.
Como
Engraxar Molinetes:
A graxa grafitada é o melhor lubrificante para molinetes.
Ela não se emulciona com água, conserva-se sempre
em bom estado e dá uma proteção constante nos
equipamentos.
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Bronzeadores e Protetores Solar:
Quando
utilizamos, por exemplo, o fator 8, significa que nossa pele suportará
8 vezes mais tempo de exposição solar do que o normal,
se não estivéssemos utilizando nenhum tipo de proteção.
Os protetores solares devem ser aplicados pelo menos 30 minutos
antes da exposição ao sol, e deverão ser reaplicados
a cada 2 horas. A melhor hora de exposição solar para
o bronzeamento é antes das 10 horas e após as 16 horas,
onde a presença dos raios UVA é maior. Procure nas
embalagens de bronzeadores e protetores solares inscrições
do tipo: "Não sai na água", "Oil Free",
"Isento de óleos", "Contém Silicone",
que indicam que o produto não é gorduroso.
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Como escolher peixe fresco:
O
peixe fresco tem olhos saltados e brilhantes, guelras de um vermelho
vivo, corpo rijo e elástico ao toque, pele lustrosa e escamas
resistentes. Quase não tem cheiro. Os pedaços, as
postas e os filés não devem ser cortados com muita
antecedência e a carne tem que Ter textura firme, sem ressecamento
ou descoloração. Os ossos devem estar bem presos à
carne. Quando for comprar peixe congelado verifique se a embalagem
está perfeita, sem cristais de gelo, com cheiro suave e fresco.
A descoloração, a mudança de cor ou os cristais
indicam que o peixe pode estar sido descongelado e congelado novamente.
Os filés à milanesa devem estar secos, nunca úmidos.
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Como guardar o peixe:
Guarde
o peixe folgadamente embrulhado na geladeira e cozinhe-o dentro
de 24 horas. O peixe comprado congelado que não for usado
imediatamente deve ser guardado no congelador, dentro da embalagem
original. Nunca congele de novo o peixe descongelado. O tempo de
conservação do peixe no congelador é o seguinte
: filés e postas de peixes magros é de até
6 meses; filés e postas de peixes gordos é de até
3 meses; peixe à milanesa comprado pronto (não congele
peixe à milanesa feito em casa) é de até 3
meses. Se você tiver somente o congelador da geladeira, esses
tempos deverão ser bem reduzidos.
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Como descongelar o peixe:
E
muitos casos, o peixe pode ser cozido enquanto ainda congelado.
Desembrulhe e corte os filés em porções iguais
com um faca de serra : o peixe congelado naturalmente demora mais
a cozinhar do que o peixe descongelado.
A melhor maneira de descongelar o peixe é deixá-lo
na geladeira na embalagem original até que os filés
possam ser separados facilmente ou, se desejar, pode ser descongelado
sob água corrente. Não descongele em temperatura ambiente,
pois pode estragar a textura; o peixe á milanesa pode ser
frito enquanto ainda congelado.
O peixe descongelado deve ser bem escorrido, enxugado com toalhas
de papel e usado imediatamente.
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Como limpar o peixe fresco:
O
peixeiro geralmente se encarrega de lhe fornecer o peixe já
limpo, cortado em postas ou filés, pronto para ser cozido.
No entanto, pode acontecer de você Ter que limpar um peixe
recém pescado e é útil saber como fazê-lo.
Para limpar um peixe inteiro, primeiro escame-o, depois retire as
vísceras e corte a cabeça, a cauda e as nadadeiras
(ou barbatanas). Lave muito bem o peixe debaixo da água corrente,
escorra-o e seque-o com toalhas de papel. Se desejar, pôr
último corte os filés ou as postas.
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Não coma gato por lebre:
Existem
duas situações onde o consumidor pode ser facilmente
enganado. Uma é quando pede um peixe em um restaurante, baseando-se
no cardápio. A outra é quando o compra em uma peixaria
baseando-se apenas na placa de identificação e preço.
Em alguns restaurantes, por falta ou por puro oportunismo, o que
no final dá na mesma, é comum servir o filé
de Cação no lugar do filé de Badejo, que consta
no cardápio.
Assim, nos restaurantes desconhecidos é aconselhável
pedir um peixe em posta ou, de preferência, aqueles normalmente
servidos inteiros, como o Linguado, o Pargo e a Truta. Na compra
do peixe nas peixarias, por sua vez, o engano pode acontecer nas
três formas em que se compra um peixe: em filé, em
posta ou inteiro. O aconselhável é comprar o peixe
inteiro e pedir para filetá-lo.
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Dica para o chumbo não arrebentar:
Coloque
o chumbo na linha, desencape um fio elétrico na espessura
proporcional à espessura da linha utilizada. Use a proteção
plástica do fio em pequenos pedaços de aproximadamente
5 mm. Após o chumbo, coloque a proteção plástica
na linha. Dê o nó da linha com o empate e anzol . A
proteção cobrirá o nó impedindo o atrito
do chumbo.
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Dica para o peixe não arrebentar sua linha:
Um
dica simples e eficiente quando estiver pescando peixes redondos
como Pacú, Tambaqui ou
Tambacu: não use encastroador. Para evitar que o peixe não
corte a linha, use um anzol com haste mais comprida.
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Cuidados com os peixes no inverno (Piscicultura)
No
período de inverno, a queda da temperatura da água
é considerada um dos pontos críticos nas pisciculturas
de peixes tropicais, principalmente, com a intensificação
das criações, onde se trabalha com alta densidade
de estocagem nos viveiros. Essa época, com registro comum
de temperatura da água abaixo de 18o C, é problemática
para tilápias, piaus e peixes redondos tanto em relação
ao crescimento, quanto à sobrevivência e até,
debilitação dessas espécies. Assim, Luiz Marques
da Silva Ayroza, pesquisador do Instituto de Pesca, recomenda algumas
medidas para antes da entrada e mesmo durante o inverno. Ele explica,
que se deve adotar um manejo que propicie o melhor bem estar dos
peixes, com alimentação rica em vitaminas e controle
da qualidade da água. A partir do mês de abril, Ayroza
mostra a importância da calagem dos viveiros, utilizando-se
30 gramas de cal virgem por metro quadrado duas vezes ao mês,
além de: a) após a aplicação da cal,
controlar o pH da água, que não deve ultrapassar 8,5;
b) fornecer boa alimentação aos peixes, com ração
balanceada e bom teor de vitamina C (acima de 300 mg/kg); c) limpar
os viveiros, retirando toda vegetação existente; d)
controlar a qualidade da água, mantendo os seguintes níveis:
pH entre 6,5 e 8,0; alcalinidade acima de 40 mg CaCO3/L; transparência
entre 30 e 40 cm; oxigênio dissolvido acima de 2,0 mg/L; e
amônia abaixo de 0,5 mg/L.
Já durante o mês de maio, Luiz Ayroza recomenda: a)
controlar a quantidade diária de alimento; b) reavaliar a
densidade de peixe estocado, com possível remanejamento dos
animais para diminuir a relação peixe/m2; c) se possível,
aumentar a profundidade dos viveiros, mantendo-os acima de l,80
m; d) controlar a qualidade da água nos mesmos níveis
descritos para abril, exceto para a amônia: em maio, abaixo
de l,0 mg/L. Durante os meses de junho e julho, é importante:
diminuir a quantidade diária de alimento e o fluxo de água,
usar aeradores no período noturno e controlar a qualidade
da água. Segundo João Donato Scorvo Filho, também
pesquisador do Pesca, não se deve realizar adubação
com temperaturas da água abaixo de 20o C, para não
haver diminuição do teor de oxigênio dissolvido
na água. O pesquisador diz também, que não
se deve manejar os peixes, isto é: realizar biometrias, capturar
os animais com redes ou tarrafas etc.
Em dias nublados, João Scorvo mostra a importância
de se acompanhar com rigor os níveis de oxigênio dissolvido
na água: se ficar abaixo de l mg/L, deve-se suspender a alimentação
e ligar o aerador. Ele diz, que é muito importante também,
o tratador observar se a quantidade de alimento atende a necessidade
dos peixes, não devendo haver sobras.No inverno, deve-se
efetuar a alimentação no horário mais quente
do dia. Na dúvida ou com o aparecimento de qualquer anormalidade
com os peixes, a recomendação é procurar um
profissional e não utilizar medicamento sem a devida orientação
técnica.
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